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sábado, 6 de outubro de 2012

Nossa Senhora (6 de outubro)

 Dia rico e intenso, este 6 de outubro. Algumas dezenas de pessoas, doentes e idosas receberam  a unção dos doentes, na celebração da missa, pela manhã, na Moita da Roda. dos momentos de oração, diante da imagem de Nossa Senhora, sobressaiu, pelos comentários, a participação, originalidade e beleza da ação do grupo do 10º ano de catequese.

Às 16:00 fez-se a despedida da imagem, que foi depois levada para o Souto para a celebração da missa com a catequese paroquial. Foram algumas centenas as pessoas as que se reuniram junto à igreja paroquial para esta celebração. Com animação de algumas irrequietas crianças, pode viver-se uma celebração bela, na qual se fez apelo à oração do terço, ou ao menos de uma parte, pelas crianças. A todas elas foi oferecido um terço, que fique como memória  e seja instrumento de oração e comunhão com Deus.

Terminada a celebração da missa, um cortejo de cerca de uma centena de automóveis  cruzou a baixa velocidade as ruas da Moita da Roda, da Camarneira e de S. Bento, para entregar a imagem de Nossa Senhora ao ramo do vale da Pedra. Fica uma vez mais a beleza exterior e a beleza da participação de um bom número de jovens.

domingo, 27 de novembro de 2011

Unção dos doentes

“Pela santa Unção dos Enfermos e pela oração dos presbíteros, toda a Igreja encomenda os doentes ao Senhor, sofredor e glorificado, para que os alivie e os salve; mais ainda, exorta-os a que, associando-se livremente à paixão e morte de Cristo, concorram para o bem do povo de Deus”.
A doença e o sofrimento estiveram sempre entre os problemas mais graves que afligem a vida humana.
A doença pode levar à angústia, ao fechar-se em si mesmo e até, por vezes, ao desespero e à revolta contra Deus. Mas também pode tomar uma pessoa mais amadurecida, ajudá-la a discernir, na sua vida, o que não é essencial para se voltar para o que o é. Muitas vezes, a doença leva à busca de Deus, a um regresso a Ele.
(…)
A compaixão de Cristo para com os doentes e as suas numerosas curas de enfermos de toda a espécie são um sinal claro de que “Deus visitou o seu povo” e de que o Reino de Deus está próximo. Jesus tem poder não somente para curar, mas também para perdoar os pecados: veio curar o homem na sua totalidade, alma e corpo; é o médico de que os doentes precisam.
Frequentemente, Jesus pede aos doentes que acreditem. Serve-se de sinais para curar: saliva e imposição das mãos, lodo e lavagem. Por seu lado, os doentes procuram tocar-Lhe, “porque saía d’Ele uma força que a todos curava” (Lc 6, 19). Por isso, nos sacramentos, Cristo continua a “tocar-nos” para nos curar.
A Unção dos Enfermos “não é sacramento só dos que estão prestes a morrer. Por isso, o tempo oportuno para a receber é certamente quando o fiel começa, por doença ou por velhice, a estar em perigo de morte”.
Se um doente que recebeu a Unção recupera a saúde, pode, em caso de nova enfermidade grave, receber outra vez este sacramento. No decurso da mesma doença, este sacramento pode ser repetido se o mal se agrava. É conveniente receber a Unção dos Enfermos antes de uma operação cirúrgica importante. E o mesmo se diga a respeito das pessoas de idade, cuja fragilidade se acentua.
Só os sacerdotes (bispos e presbíteros) são ministros da Unção dos Enfermos.
Como todos os sacramentos, a Unção dos Enfermos é uma celebração litúrgica e comunitária, quer tenha lugar no seio da família, quer no hospital ou na igreja, para um só doente ou para um deles.
Efeitos da celebração deste sacramento:
- Um dom particular do Espírito Santo. A primeira graça deste sacramento é uma graça de reconforto, de paz e de coragem para vencer as dificuldades próprias do estado de doença grave ou da fragilidade da velhice;
- A união à paixão de Cristo;
- Uma graça eclesial. Os doentes que recebem este sacramento, “associando-se livremente à paixão e morte de Cristo, concorrem para o bem do povo de Deus”;
- Uma preparação para a última passagem